Sou um trabalhador compulsivo?
Para descobrir se você é trabalhador compulsivo, sugerimos responder às perguntas abaixo:
1. Você fica mais entusiasmado com o trabalho do que com a família ou qualquer outra coisa?
2. Há vezes em que você consegue trabalhar vigorosamente e outras em que não consegue?
3. Você leva o trabalho consigo para a cama? Para os fins-de-semana? Para as férias?
4. É o trabalho o que você mais gosta de fazer e sobre o que mais fala?
5. Você trabalha mais do que 40 horas semanais?
6. Você transforma seus passatempos em empreendimentos lucrativos?
7. Você se responsabiliza totalmente pelo resultado de seus esforços profissionais?
8. Sua família já desistiu de esperar que você chegue na hora?
9. Você aceita trabalho extra por preocupar-se que, se não o fizer, ninguém mais o fará?
10. Você subestima quanto tempo um projeto levará e então corre para terminá-lo?
11. Você acredita que não há problema em trabalhar muitas horas se você ama o que faz?
12. Você se impacienta com pessoas que têm outras prioridades além do trabalho?
13. Você tem medo de que se não trabalhar muito perderá seu emprego ou será um fracasso?
14. O futuro é uma preocupação constante para você, mesmo quando as coisas estão correndo bem?
15. Você faz as coisas de maneira enérgica e competitiva, inclusive divertir-se?
16. Você se irrita quando as pessoas lhe pedem que pare seu trabalho para fazer outra coisa?
17. As suas muitas horas de trabalho já prejudicaram sua família ou outros relacionamentos?
18. Você pensa em trabalho enquanto dirige, enquanto dorme e enquanto outros estão falando?
19. Você trabalha ou lê durante as refeições?
20. Você acredita que mais dinheiro resolverá os outros problemas de sua vida?
Três respostas positivas são consideradas indicativo de que pode haver problema com o trabalho compulsivo. Depois de considerar cuidadosamente suas respostas às perguntas acima e talvez até conversar sobre elas com sua família e amigos, você pode perceber que há um problema. A maioria de nós demoramos a entender completamente os sinais de nosso problema. A recuperação começou quando nos identificamos com os comportamentos compulsivos. Foi nosso primeiro passo. A consciência de nosso problema abre a porta a possíveis soluções.